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Redução do preço da gasolina é de R$0,01

Os postos de gasolina de São Paulo ainda não oferecem desconto no preço da gasolina nesta segunda-feira (17), três dias após a Petrobrás anunciar uma redução de 3,2% no preço da gasolina na refinaria.

A manutenção dos preços antigos frustrou quem visitou os estabelecimentos achando que pagaria mais barato. A expectativa é que as reduções aconteçam apenas a partir da noite desta segunda e deverá ser de apenas R$ 0,01, segundo o sindicato dos postos de São Paulo.

O presidente do sindicato, José Alberto Gouveia, diz que, com o aumento do preço do etanol, que entra na composição da gasolina em 27%, a redução deverá ser de apenas R$ 0,01. Segundo ele, o etanol subiu R$ 0,06 entre os dias 10 e 14. “Realmente não vejo muita condição de chegar no que o governo está falando de cinco centavos”, disse.

O aposentado Samuel França lamentou não ter encontrado desconto nesta segunda. Ele fez um caminho diferente para passar por um posto na Avenida Jornalista Roberto Marinho, na Zona Sul de São Paulo, onde o combustível costuma ser mais barato do que outros estabelecimentos perto da casa dele. Ele calcula que, mesmo que um desconto de R$ 0,05 aconteça, não vai compensar mudar o caminho para pagar menos. “O custo para vir até aqui encher o tanque, pela diferença de centavos, não compensa”, disse.

Na Avenida Giovanni Gronchi, no Morumbi, também na Zona Sul, os valores eram iguais aos cobrados no final de semana. Uma frustração para o advogado Luiz Correa, que gasta R$ 800 por mês só com combustível.

A Petrobrás também diminuiu o preço do litro do diesel em 2,7%. Como não entra etanol na composição do diesel, o sindicato dos postos diz que a queda no preço pode, nesse caso sim,  chegar a R$ 0,05.

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Vídeo mostra exato momento em que mulher atropela fiéis no Templo de Salomão


Câmeras do circuito de segurança do Templo Salomão, no Brás, na Zona Leste de São Paulo, gravaram o momento em que uma motorista atropela fiéis no estacionamento da igreja na noite deste domingo (16). Duas mulheres morreram.

As imagens mostram um grupo esperando na fila para entrar no Templo quando o carro chega e atinge as pessoas. O veículo só para quando bate na parede. A motorista abre a porta do carro e sai correndo. Depois, algumas pessoas tentam empurrar o carro para trás.


motorista Dilza Maria Chianca, de 61 anos, que perdeu o controle do veículo, foi presa em flagrante por homicídio culposo (quando não há intenção de matar) e lesão corporal culposa. Além das duas mulheres mortas, quatro pessoas ficaram feridas, entre elas, uma criança de 7 anos. Em audiência de conciliação, o juiz determinou que a motorista tenha de pagar fiança de R$ 20 mil e ter a habilitação suspensa.

Iraci da Silva Fabri, 48 anos, era sargento reformada da Polícia Militar e ficou presa entre o carro e a parede do estacionamento. Ela foi socorrida e levada para o Hospital das Clínicas, onde foi confirmada a morte. A estudante Rosemeire Rodrigues Gunter, 39 anos, também ficou presa entre o carro e a parede e morreu no local do acidente.

Os feridos foram encaminhados para hospitais da região e não correm risco de morte.

Em nota, a Igreja Universal do Reino de Deus informou que, “por volta das 18h deste domingo (16/10), uma frequentadora do Templo de Salomão que chegava para participar de um culto, perdeu o controle de seu veículo semiautomático no segundo subsolo do templo, atropelando sete pessoas.”

Exato momento do atropelamento

Dilza foi presa em flagrante e não tem direito a fiança. Exames mostram que a motorista não tinha consumido bebida alcoólica.

O carro ficou todo amassado e só parou quando bateu na parede. A motorista disse que o câmbio do carro apresentou problema técnico, o que teria provocado o acidente.

O delegado que investiga o caso disse que vai pedir a perícia para saber se o carro apresentou defeitos.

Após depor, a motorista reclamou de dor na perna e foi levada ao Hospital do Tatuapé. Ela passará por uma audiência com o juiz nesta segunda-feira (17) para decidir se ela continua presa.

Grupo é agredido por guardas em terminal de ônibus e alega homofobia

A Polícia Civil de Sorocaba (SP) investiga uma denúncia de agressão a três jovens no sábado (15), dentro do terminal Santo Antônio, o maior terminal de ônibus da cidade. As vítimas afirmam que apanharam e foram xingadas por guardas civis municipais. O grupo alega que foi vítima de homofobia. 

Os três rapazes, todos com 21 anos, contam que estavam no local quando, por volta das 5h, um deles começou uma discussão com o namorado. Neste momento, quatro guardas se aproximaram e começaram a agredir as vítimas. “Eu segurei a jaqueta para que ele [o namorado] não entrasse no ônibus, quando os guardas abordaram a gente”.

Um dos jovens, que trabalha como vendedor, afirma que perdeu a consciência durante as agressões e, quando acordou, percebeu que tinha sido levado para uma sala, onde a violência continuou. O rapaz admite que mordeu a mão de um dos guardas para tentar impedir as agressões. “Foram muitos murros e eu gritei socorro.”

O namorado dele, que é estudante, lembra que estava na área pública do terminal e viu quando os outros amigos também sofreram agressões verbais e físicas por parte dos guardas.  Outro rapaz que também apanhou chamou a PM, mas teria sido impedido de falar com eles. “Dois guardas não me deixaram chegar perto dos policiais e ameaçaram a minha integridade física”, diz a vítima que prefere ter a identidade preservada. 

Atendimento algemado
O rapaz que diz ter sido agredido em uma sala reservada alegou ainda que foi levado pelos guardas até o pronto-atendimento da Zona Norte de Sorocaba, ficou o tempo todo algemado e que o guarda disse que tinha perdido a chave da algema. Ele fala que fez um raio X que foi entregue pela enfermeira diretamente para um dos guardas, e que ele não pode ter acesso ao resultado do exame.

Rapaz de 21 anos que afirma agressão física sofrida pela GCM

No hospital, o jovem levou quatro pontos na sobrancelha e uma receita médica para comprar remédios. Na delegacia, os guardas registraram um boletim de ocorrência apontando os jovens como autores da agressão. Eles afirmaram que os rapazes e a moça se rebelaram contra eles e que um deles chutou um dos guardas, que caiu no chão.

O grupo deverá passar por exame de corpo de delito nesta segunda-feira, pra depois registrar um boletim de ocorrência contra os guardas civis.

Respostas
Em nota, a Guarda Civil Municipal (GCM) esclarece que interveio numa briga entre quatro pessoas de modo a conter a situação, e alega que foi necessária uma ação pontual por conta da exaltação dos envolvidos. Nega qualquer agressão intencional às pessoas e reforça o atendimento prestado a um dos envolvidos na UPH Zona Norte que teria alegado estar ferido.

Também diz que o exame de raio X realizado na unidade de saúde foi recolhido pela GCM para registro de ocorrência no plantão policial; apresentado ao delegado de plantão este optou por não fazer uso, visto que não havia laudo de comprometimento físico.

Fonte, G1.com 17/10/16 as 7h12

Sorocaba tem 12 obras do PAC que não estão concluídas

Nove anos após a criação do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), medida criada pelo governo federal em 2007 para financiar obras em todo o País, quase metade das obras contempladas para a cidade de Sorocaba não estão concluídas. 

Segundo levantamento feito pelo Ministério do Planejamento, responsável pelo PAC, e pela Prefeitura de Sorocaba para o Cruzeiro do Sul, do total de 28 obras selecionadas pelo programa para a cidade, 16 foram concluídas, mas 12 ainda não, sendo que algumas delas nem saíram do papel: como a construção da Unidade de Pronto Atendimento (UPA), no bairro Parque das Laranjeiras. 

Questionados, o município alega que aguarda autorização para licitar a obra. Já o Ministério do Planejamento informa que a UPA foi selecionada para ser financiada pelo PAC em agosto de 2013, e que atualmente a obra, porém, encontra-se em licitação. Jornal Cruzeiro do Sul(10/10/16)

Saturno passará raspando na Terra e poderá ser visto de todo o Brasil 

O planeta Saturno, aquele que possui um anel em sua volta, se aproximará da Terra e poderá ser visto de qualquer ponto do mundo, inclusive do Brasil, sempre no periodo da tarde, é o que confirma a Agencia Espacial Americana. 

O planeta que possui o anel ficará próximo da Terra dentro de seis meses

No entanto, segundo a NASA, a aproximaçao de Saturno com a Terra nao acarretará prejuizos ao planeta, muito pelo contrário. “Será como um casamento, Saturno vem com seu anel se casar com a Terra”, disse Sebastian Smith da NASA. 


Embora a NASA descarte a possibilidade de um choque entre os dois planetas, alguns religiosos americanos acreditam no fim do mundo. O Pastor Richard, da Igreja americana “God is ten percent” acredita que Saturno está sendo empurrado pelo diabo para acabar com a Terra, e que as pessoas devem buscar sua igreja para serem salvas. 

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Saturno deve se aproximar da Terra dentro de seis meses e poderá permanecer nas redondezas do nosso planeta por pelo menos 2 anos.


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Superlua ocorre na noite deste domingo; saiba o que é o fenômeno

Sorocabana terá uma visão privilegiada do fenômeno, o céu claro dá totais condições

Na noite deste domingo (16) será possível observar no céu um fenômeno conhecido como “superlua”, que ocorre quando a lua cheia está mais próxima da Terra do que de costume.

Lua estará mais perto da Terra do que de costume. Há três superluas previstas para este ano; esta será a primeira.

A explicação está no fato de a órbita da Lua ser elíptica. Por isso, a distância até nosso satélite natural varia, e a menor distância até a Terra (chamada de perigeu) é bem diferente da maior distância (chamada de apogeu): o perigeu da Lua se dá por volta de 362.600 km da Terra e o apogeu, na média, por volta de 405.400 km.

Também chamada de “lua de perigeu”, a superlua pode ser 14% maior e 30% mais brilhante do que uma lua cheia de apogeu, segundo a Nasa (a agência espacial americana).

A superlua poderá ser vista de todo o Brasil e deve ficar com uma aparência maior logo após nascer.

Superluas neste ano
Esta será a primeira das três superluas previstas para 2016. O fenômeno volta a se repetir em 14 de novembro e em 14 de dezembro.

A previsão é que a do dia 14 de novembro seja a maior de todas, já que ela deve ser a lua cheia mais próxima da Terra não só neste ano mas também do século 21 até agora. O cálculo dos especialistas é que ela só voltará a ficar tão perto da Terra no dia 25 de novembro de 2034.

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Mulher de Sorocaba afirma que com poder de suas mãos, cura desde dor de cabeça, até câncer

Dona Maria Inês, de 67 anos, moradora do Jardim Caputera, em Sorocaba, recebe centenas de pessoas em sua humildade casa, com o sonho de serem curados de alguma doença.

“Já curei cerca de 30 pessoas que sofriam com algum tipo de câncer, mas o que mais eu curo é dores de cabeça, pedra na visicula e hérnias, tudo com o poder de minhas mãos” -disse dona Maria à nossa reportagem

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Várias pessoas que procuraram alguma vez as “mãos” de dona Maria, confirmaram que a mulher tem o poder da cura.

“Eu sofria de câncer no ovário, e não tinha esperança de cura, até que uma amiga que sofria da mesma doença, me indicou a dona Maria, ela também havia sido curada. Na hora não acreditei, mas como já estava sem esperança, resolvi seguir o conselho, hoje, um mês depois da minha primeira visita, já me encontro curada, segundo meu último exame de laboratório.” -Simone Güimaster, empresária de Sorocaba
Perguntada de onde veio este dom de cura, dona Maria desconversa: -“Faço tudo por amor, não cobro nada por isso”

Vizinhos dela dizem que ninguém fica doente naquela rua, devido a presença de dona Maria Inês no local, que já é vista como santa pela vizinhança.

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Assaltos próximos a escola causam medo em alunos

Professora Beathris Caixeiro Del Cistia, no bairro São Conrado, zona norte de Sorocaba, convive com o medo nas últimas semanas. Na primeira semana de outubro, quatro alunos foram assaltados no caminho de volta para casa após o término do período noturno, às 23h. Na última semana de setembro ocorreram três assaltos. De uma classe de 40 alunos, 15 foram vítimas de roubos nas últimas semanas. Os crimes acontecem nas ruas do bairro que dão acesso à escola, localizada na rua Arthur Cagliari, 1.205. 

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Moradores dessa rua, que têm suas casas em frente à escola, também reclamam da “bagunça” que impera no local, principalmente à noite, nos horários de entrada e saída dos alunos. A “bagunça” inclui venda e consumo de drogas (crack, maconha, cocaína), som alto nos carros, motos velozes sendo empinadas, veículos na contramão. 
  
“Aqui ninguém respeita nada, aqui é terra de ninguém”, descreve uma moradora dessa rua. “É um terror isso aqui”, ela enfatiza, complementando: “O pessoal fica fumando maconha na frente da casa da gente e fazendo bagunça, eles acham que mandam na frente da nossa casa.” 
  
  
Medo de represálias 
  
  
Em razão dos riscos e por temor de represálias de ladrões e traficantes de drogas, todos os moradores e representantes da escola com quem a reportagem conversou pediram para não serem identificados. Eles adiantam que, em razão da burocracia e de demora no atendimento, a maioria das vítimas de roubos nas vizinhanças da escola não se dirige aos distritos policiais para registrar boletim de ocorrência. 
  
A escola tem aproximadamente 1.100 alunos distribuídos em três períodos (manhã, tarde e noite), que cursam o ensino fundamental 2 e o ensino médio. O primeiro período começa às 7h e termina às 12h20; o segundo período vai das 13h às 18h20; o terceiro período dura das 19h às 23h. 
  
  
Portões fechados 
  
  
A maioria dos moradores da rua Arthur Cagliari, como forma de proteção, prefere fechar os portões e se recolher no interior de suas casas. Muitos têm dificuldade de entrar e sair dos imóveis. Quem reclama, é ameaçado. Um morador se queixou de um grupo de jovens e, em represália, motos pressionaram o portão e desconhecidos atiraram pedras no quintal. Uma moradora disse que já pensou em se mudar do bairro e só não fez isso porque não encontrou condições de se fixar em outro lugar. 
  
Quanto à escola Beathris Caixeiro, pessoas no bairro dizem que temem a entrada de droga na unidade. Mas outros garantem que a droga já entrou na escola. Comentam que professores têm dificuldade de fazer abordagens porque, para isso, precisariam de provas. E mesmo assim, se comunicassem os pais em caso de apreensão, poderiam se surpreender com reações de censura e sentimentos de ofensa. 
  
O jornal Cruzeiro do Sul apurou que no interior da escola ainda não foi identificado registro de aluno com droga e, na hipótese de isso ocorrer, os pais são chamados. “O problema não é aqui dentro, é lá fora”, afirmou uma mulher, reconhecendo a preocupação de que esse clima, se nada for feito, leve alunos a deixarem de frequentar a escola. “O que acontece é que o consumo de drogas está enorme em todos os locais, infelizmente”, lamentou outra mulher. 
  
  
Ofícios às autoridades 
  
  
Moradores do São Conrado também informam que ofícios já foram encaminhados à Polícia Militar, pedindo intensificação do policiamento, e também à Urbes, por causa da confusão do trânsito em frente à escola. Atualmente, um grupo de pessoas organiza coleta de assinaturas para abaixo-assinado, que também será encaminhado à polícia, reivindicando segurança. 
  
Sobre os assaltos, os alunos são orientados pela comunidade escolar a não voltarem para casa sozinhos no fim da noite, devendo se juntar em grupos. Não adianta. Num dos casos, três alunos (dois rapazes e uma moça) voltavam para casa quando foram atacados por bandidos. Os ladrões habitualmente usam facas e armas de fogo. Há casos em que circulam de moto. Os alvos deles são os celulares e outros itens que tiverem valor. Uma mulher disse que, quando não têm celulares, as vítimas ficam sujeitas a apanhar dos bandidos. 
  
Há uma câmera no alto da caixa-dágua da escola, mas que não inibe a confusão na rua Arthur Cagliari. Segundo a comunidade escolar e os moradores, viaturas da Polícia Militar e da Guarda Civil Municipal “de vez em quando” comparecem na escola meia hora antes da entrada dos alunos e meia hora depois vão embora. Mas argumentam que isso não inibe a ação de ladrões e não dá solução para a “bagunça” na rua. Também se queixam de que a polícia “aparece nos momentos de calma” e, nas ocasiões de insegurança, “a polícia quase nunca vem”. 
  
  
Atenção das famílias 
  
  
Quando podem, irmãos ou namorados buscam alunos e alunas na saída dos períodos da tarde e noturno. No final da tarde de sexta-feira, uma mãe disse que todos os dias busca a filha de 14 anos, que estuda à tarde e sai da escola às 18h20. “Sempre venho buscar (a filha) por causa da escuridão. Mesmo morando perto (da escola), é perigoso”, disse a mulher. Na quinta e na sexta-feira uma lâmpada da iluminação da rua, em frente ao portão da escola, estava queimada. A reportagem conversou na última quinta-feira com vários moradores da rua Arthur Cagliari e com representantes da comunidade escolar. Em razão de chuva e do número de alunos abaixo do normal, em virtude do feriado do Dia das Crianças, o dia foi atípico, sem o movimento habitual. Na sexta-feira a rotina da escola foi marcada apenas por reunião dos pais. “Às segundas-feiras isso aqui ferve”, disse uma moradora da rua Arthur Cagliari. 
  
  
Registrar ocorrência ajuda na prevenção 
  
A Secretaria da Segurança Pública (SSP) de São Paulo se manifestou sobre o clima de insegurança que envolve a comunidade escolar da unidade de ensino Professora Beathriz Caixeiro Del Cistia. Por meio da Secretaria, a Polícia Civil de Sorocaba informa que o 8º Distrito Policial da cidade registrou uma ocorrência de roubo na rua citada nos últimos dez dias e investiga o caso. O órgão ressalta a importância do registro do Boletim de Ocorrência para a investigação e responsabilização dos autores de crimes, o que possibilita ainda o correto planejamento de rondas preventivas. Os roubos e furtos podem ser registrados em qualquer DP da cidade e também na internet pela delegacia eletrônica. A população também pode usar o Disque-denúncia pelo telefone 181, sem a necessidade de identificação. 
  
Polícia Militar 
  
No âmbito da Polícia Militar de São Paulo, a Secretaria da Segurança Pública informa que “a Polícia Militar, em respeito ao cidadão, realiza o policiamento no entorno das escolas buscando combater o crime e proteger as pessoas”. 
Conforme a Secretaria, o direcionamento do policiamento preventivo é realizado de acordo com os registros criminais, através de boletim de ocorrência, “os quais servem para medir a incidência criminal nas localidades e assim distribuir racionalmente as patrulhas escolares, bem como outros programas de policiamento, caso haja necessidade”.  
Dentro desse policiamento, explica a Secretaria, são realizadas abordagens a pessoas em atitudes suspeitas, ou outras ações da polícia, conforme o caso.  
Como medidas de prevenção, a Secretaria orienta aos alunos que não permaneçam por muito tempo em frente à escola; que procurem chegar próximo ao horário de entrada; enquanto aguardam o horário de entrada não ostentem aparelhos celulares, ou objetos de valor; e caso forem para a escola a pé, evitem passar por locais ermos, sem iluminação, e ainda que procurem se deslocar em grupos. 
As adjacências da Escola Estadual Professora Beathris Caixeiro Del Cistia, diz a nota enviada pela Secretaria, “é prioridade de patrulhamento das viaturas responsáveis pelo policiamento da área, bem como alvo de planejamento de ações policiais”. 

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